Quarta-feira, Outubro 3, 2007
Terça-feira, Setembro 25, 2007
Entrevista a Carlos O. Dias
Será publicada já no novo Ala de Rei, a partir de 1 de Outubro, a entrevista que Carlos Oliveira Dias, árbitro, jogador e presidente da Associação de Xadrez de Leiria, concedeu, em exclusivo, ao blogue Ala de Rei, no passado dia 9 de Setembro, antes do início da última sessão da fase final do Campeonato Nacional Individual Absoluto 2007.
A propósito, Carlos Dias, iniciou a sua participação no jornal de xadrez 16×16, com um artigo soobre a artbitragem - O árbitro: formação técnica, humana e sócio desportiva - que, não obstante, estar datado de Junho de 1999, mantém a sua actualidade, constituindo, por isso, um texto importante para quem se inicia na arbitragem ou necessite de alguma reciclagem e que o autor distribue como materail integrante nos Cursos de Arbitragem que tem dado por todo o país.
Não esqueçam que o Ala de Rei mudou para aladerei2.blogspot.com.
Despacho 1/SEJD/2005 e Carta-Ofício do IDP
Podem consultar no novo Ala de Rei os documentos seguintes:
Carta ao Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, (Laurentino Dias);
Despacho nº 1/SEJD/2005, do Sec. Estado da Juventude e do Desporto, de 21.Set.2005;
Carta-Ofício do Presidente do IDP à FPX, de 26/3/2007;
Comentários do comandante Vicente de Moura, presidente do Comité Olímpico de Portugal sobre o assunto, a propósito do Livro Branco do Desporto (White Paper on Sport);
Artigo de Fernando Mendes, em Jornal de Notícias, de 4/1/2006.
Sábado, Setembro 22, 2007
Ala de Rei vai mudar-se…
O blogue Ala de Rei está de malas aviadas para outras paragens. Vai continuar, a existência, renovado em
a partir de 1 de Outubro de 2007, data do início da nova época 2007-2008. Podem já visitar a página e dando os vossos comentários.
Quarta-feira, Setembro 19, 2007
O Universo é um computador?
Para entender basicamente o que são autómatos celulares e eles são um tanto diferentes do computador a que estamos acostumados, começamos com a metáfora de xadrez de Huxley. Deite fora as peças e fique apenas com o tabuleiro. Cada casa do tabuleiro é uma célula, e cada uma destas células pode ser branca ou preta. Agora, a cor destas células não depende mais do padrão monótono e fixo do xadrez, mas pode mudar de acordo com regras simples implementadas dentro de cada uma delas. Estas regras são executadas em todas as células simultaneamente, toda vez que um relógio bate. O tabuleiro é agora um autómato celular. Cada célula deste autómato pode, por exemplo, ter o seguinte conjunto de regras: se houver três células imediatamente vizinhas brancas, ela deve ficar ou continuar branca. Se houver duas células vizinhas brancas, sua cor não deve mudar. Se houver menos de duas ou mais de três vizinhas brancas, deve ficar ou continuar preta. E isso é tudo.
Nova orgânica na cúpula do desporto nacional
Foi publicado no Diário da Repúlica de ontem, 18/9, o Decreto-Lei n.º 315/2007, de 18/09, que estabelece as competências, composição e funcionamento do Conselho Nacional do Desporto (CND). Este Conselho funciona junto do membro do governo que tutelar o desporto, actualmente o Sec Estado da Juventude e do Desporto.
As alterações introduzidas na composição, funcionamento e competências daquele organismo de acompanhamento das políticas desportivas, prevêem a criação no âmbito do CND, de um Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD) e de um Conselho para o Sistema Desportivo (CSD).
Ao CESD compete fazer a defesa da ética no desporto e «promover e coordenar a adopção de medidas de combate às manifestações de violência associadas ao desporto, à dopagem, à corrupção e ao racismo e xenofobia, bem como avaliar a sua execução» (Artº 8º, nº 1).
Ao CSD compete trabalhar no que respeita à organização do desporto em Portugal, designadamente, «dar parecer sobre a conformidade legal dos estatutos e regulamentos das federações desportivas, sobre a organização das competições desportivas de carácter nacional, pronunciar-se sobre os pedidos de atribuição ou renovação do estatuto de utilidade pública desportiva, bem como sobre o impacte económico e social do desporto» (Artº 9º, nº 1).
O órgão, que toma posse a 1/10, reunirá os responsáveis pelas políticas públicas do desporto e do movimento associativo, além de representantes das escolas, universidades e associações profissionais de atletas, treinadores a agentes desportivos.
Segunda-feira, Setembro 17, 2007
Homenagem à WIM Jussara Leme
Li no blogue da Tais Julião, xadrezista e jornalista brasileira, Xadrez Feminino no Brasil, o artigo Ela merece!, que
A WMI Jussara Chaves Garcez Leme advogada e enxadrista, foi homenageada com sua biografia na obra “São Paulo – Sua História e Seus Monumentos – Destaques e Personalidades”. Nós do Blog Xadrez Feminino à homenageamos hoje não somente pela sua brilhante carreira enxadrística e apoio ao xadrez no Brasil, mas também por estar à frente do Clube de Xadrez São Paulo (CXSP) que no momento passa por grandes dificuldades. (…)
Atualmente é Presidente Interina do CXSP, o maior e mais antigo clube de xadrez das Américas, fundado em 1902; e Membro da Comissão Feminina da FIDE. Jussara disputou seu primeiro campeonato de xadrez em 1969, a IV Olimpíada Infanto-Juvenil da Cidade de São Paulo, tendo terminado em 3º lugar. Nos anos seguintes foi penta-campeã deste mesmo torneio.
Aos 16 anos de idade, foi a mais jovem campeã brasileira de xadrez, ao somar 7,5 pontos em 8 possíveis, em competição realizada no CXSP. (…)
A par dessa longa carreira esportiva também foi Membro do Tribunal de Justiça Desportiva da FPX; Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBX e Auditora do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBX. (…)
Atualmente, desenvolve suas atividades na Editora Solis, empresa fundada por seu marido em 2004 e que publica, em português, a mais importante obra de xadrez já escrita, a série “Meus Grandes Predecessores”, de autoria do grande campeão mundial Garry Kasparov.
Não podia deixar de referenciar estas linhas e sugerir a leitura atenta do artigo de Tais Julião sobre a homenagem à WMI Jussara Chaves Garcez Leme.
Xadrez nas «4 linhas»
Sabiam que o Sr Hermínio Loureiro, Presidente da Liga de Clubes Profissionais de Futebol, tem um blogue chamado 4
linhas, e, que, entre a listagem dos jornais online aparece o 16×16.
Será que o homem também gosta de xadrez? Pelo menos, dedicou-lhe duas notícias. Curioso é também os comentários que se podem ler.
«Um hino à hipocrisia»
Ricardo Costa, jornalista e director da SIC Notícias, escreveu no Diário Económico um artigo Um hino à hipocrisia, em que afirma que «Portugal teve mais orgulho em quinze pessoas que nunca foram apoiadas do que em toda uma indústria subsidiada (e, já agora, falida) que é o futebol.» Segundo Costa,
Devo ser dos poucos portugueses que não ficou espantado com as imagens dos jogadores da selecção nacional de râguebi a cantar o hino nacional. Conheço o jogo, tenho filhos que praticam este desporto e sei que toda a actividade do râguebi português gira em torno de boa-vontade, empenho, dedicação e sacrifício. Há ainda características próprias do jogo, que o distinguem de muitos outros, e que fazem de cada partida um “tudo ou nada” em que o colectivo pura e simplesmente apaga a mais ténue vontade de individualismo e fica à vista de todos.
Foi a absoluta “verdade” das imagens que espantou o país. Já ninguém canta o hino daquela maneira, muito menos sem ser a fingir. Portugal ficou a saber que por cá se joga râguebi e que uma equipa de médicos, advogados, estudantes, veterinários (etc) aguenta 80 minutos de pressão total contra alguns dos melhores profissionais do mundo. (…)
Ler o artigo Um hino à hiprocrisia. Agradeço ao Zé António a “lembrança” do artigo.
Xadrezistas brasileiros discutem alternativa ao desporto
Lê-se no blogue O Silêncio das Estrelas do estudante de jornalismo no Brasil, Eduardo, que
Uma nova forma de pensar o xadrez, com este propósito foi realizado, no Sesc Santos, o I Congresso Brasileiro de Cultura e Xadrez. O evento contou com palestras, seminários, fóruns e torneios. O lançamento do livro “A importância do Xadrez”, de Rubens Alberto Filguth, analisando aspectos culturais e estudos científicos sobre o esporte, foi a principal atração.
(…)
A praticante de xadrez e jornalista, Tais Julião, defende o jogo como uma forma de comunicação. Para ela, a necessidade de transmissão das técnicas do esporte é que permitiu ao xadrez continuar na história. A jornalista mantém um blog [***** Xadrez Feminino no Brasil] sobre as competições femininas. “Além de cobrir os eventos, entrevistos as principais praticantes do esporte. É uma maneira de manter viva a cultura do xadrez”.
Ler mais em Congresso brasileiro discute alternativa para o esporte.
